quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Cloudy days

Chuva, não sei porque odeio tanto dias chuvosos e cinzas, como o de hoje... Acordei umas três vezes antes de me levantar,  só ouvia o barulho da chuva na janela, sempre dá aquela vontade de continuar dormindo em dias assim, abri a janela e olhei o céu, escuro, triste, como se a chuva fosse as lágrimas dos céus. Talvez seja por isso que eu deteste tanto a chuva, por que ela me lembra tristeza, dias ensolarados por mais triste que eu possa estar sei que ao olhar para cima sorriria...
Foi um dia extremamente divertido, amigos, é sempre bom revê-los, nos mostram que a vida continua e que nada pode nos parar. Fiquei ao mesmo tempo feliz e desanimada, não adianta por mais que eu tente, a chuva sempre me desanima, as vezes me pergunto de onde vem a tristeza, sim das nossas mentes e do nosso coração, mas parecem respostas vazias e sem significado, mas se levarmos em conta que quase todas as respostas que temos da vida são da mesma forma... vazias.
O tédio anda me consumindo, minha única fuga, é escrevendo, as vezes nem há o que escrever mas eu tento, é o que estou fazendo agora, fugindo. Minha manhã nublada continuou, entre risadas, fofocas e pessoas gordas -risos- mas sem nunca perder a graça, li coisas maravilhosas que deixaram-me mais pensativa, é incrível como conseguimos transmitir o que sentimos com simples palavras, as vezes paro, olho e penso, que pessoas maravilhosas eu tenho na minha vida, todas elas sem exceção cada qual com sua magnitude e importância e isso torna cada um especial ao seu modo. Olha eu aleatória, falando e falando, alugando as mentes dessas pessoas maravilhosas que conheço e que sempre fazem questão de estarem presentes na minha vida em tudo que faço...
O dia continuou, cheguei em casa quase morrendo de tanta fome, depois dormi, tive sonhos estranhos e bons de se ter, se eu for parar para analisar, são estranhos porque eram coisas boas e alegres e eu não andava muito feliz nos últimos dias, mas devo admitir que em menos de um dia me recuperei, muito apoio, isso sempre ajuda, sempre acalma nossas mentes nervosas e confusas de adolescentes insanos. -risos novamente- Acordei bem disposta, o sol brilhava lá fora, invadindo a sala, onde eu dormia silenciosa... Ouvi música e cantei alto, arrumei a casa, vi filme, me distrai de tudo que pudesse me trazer lembranças ruins, pois é, sempre elas me perseguindo, mas a gente vai aceitando e vai superando, o pior é quando negamos a existência delas, as lembranças vão se acumulando e quando menos se espera elas transbordam e perdemos o controle de nós mesmos, a única coisa que fiz nesse dia, foi não correr contra tudo e sim andar lado a lado, tanto das coisas boas quanto das ruins, porque é a única forma de superação que encontrei. Eu estava tentando ser mais alegre, mas as vezes é inevitável pensar em coisas tristes, porque as coisas nem sempre são boas, nem sempre são felizes, mas a gente vai trilhando os caminhos, superando as barreiras e sempre terminando com um sorriso no rosto...

Tudo pode parecer estar perdido, o mundo pode estar um caus, mas olhe pro lado, veja quem te cerca, e sorria, pois tudo ficará bem!

-CamilaPierzckalski

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Feelings

Acordei já não muito disposta essa manhã, enquanto todos os meus amigos dormiam, eu estava deitada na minha cama, olhando ao redor e pensando que poderia chover mais forte, assim quem sabe eu tivesse uma desculpa sensata para não começar esse dia enfrentando um bando de professores dispostos a me julgar, à julgar meus amigos, e eu estaria sentada naquela cadeira, ao lado de mais uma professora, que não tinha nem ideia da minha existência, talvez até tivesse, mas não fazia ideia do que eu enfrentava em meu interior naquele momento, ninguém fazia. Me levantei em fim, mesmo sem querer, me vesti sem grandes exuberâncias, sai mais cedo do que devia, sem café da manhã, morrendo de fome mas não importava eu voltaria em menos de uma hora mesmo, entrei naquela escola ouvindo minhas músicas tentando fugir do meu mundo. Fui chamada e fiquei ali esperando que começasse o "grande julgamento" da turma, até dei alguns poucos sorrisos, mas nada significativo. Voltei para casa, fui até meu quarto, larguei a bolsa, peguei minhas cobertas, me deitei no sofá para ver qualquer coisa que distraísse minha mente. Talvez alguém se pergunte, mas do que ela precisa se distrair? Das lembranças! Mas enfim, me levantei daquele sofá ao meio dia, apenas para almoçar, me deitei novamente, minha mãe saiu, e eu permaneci ali, quase que em um estado de semi inconsciência, mas ali... me levantei de novo para comer, desliguei a televisão, liguei o computador, e fiquei lá, fazendo apenas nada, e ignorando todos que me chamavam no MSN, até eu me cansar de olhar para aquela luz laranja e bloquear o MSN de vez.Por mais incrível que vá parecer, eu consegui me distrair, mas não que isso tenha me feito mais feliz, pois não fez, tem algo faltando e isso está me despedaçando aos poucos, como uma morte lenta e dolorosa, alguém falou sobre isso comigo esses dias... As vezes acho que ninguém realmente compreende que essas palavras não são apenas palavras bem colocadas para formar um belo texto, mas sim sentimentos que explodem dentro de mim e que estão sem espaço e precisam sair, como a lava de um vulcão explode, pondo para fora toda sua ira. Me sinto uma louca perturbada escrevendo essas coisas, mas juro à todos que estão lendo, que não passo de uma menina assustada, tentando desesperadamente lutar contra a escuridão e os obstáculos da vida, sempre a vida, uma aliada e uma inimiga mortal ao mesmo tempo.
E até queria tentar terminar esse texto dizendo que meu dia melhorou depois da meia noite, mas nada vai mudar enquanto eu não mudar, enquanto eu não aprender a conviver com o passado sem ele interferir no meu presente e muito menos no meu futuro...

"Na vida tudo passa"

-CamilaPierzckalski

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Campanha: Salvem os tatus bolas de jardim


Promovam, deem RT e utilizem a tag no Twitter #SalvemOsTatuBola.


Juntos podemos salvar essa espécie tão linda!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

The Observer

Sou muito observadora na grande maioria das vezes, vejo o esteriótipo de cada um, tentando desvendar seu interior. Uma imaginação fértil é muito útil, pensar como seria a vida dessa pessoa e me imaginar fazendo parte dela, nem sempre vai parecer melhor do que a nossa própria, mas a grama do vizinho sempre parece ser mais verde.
Sei lá, tentar desvendar os outros é uma forma de manter a mente ocupada, paro de pensar nos meus problemas para imaginar o dos outros.
As vezes me pego pensando que uma das pessoas que estão passando por mim, possa se tornar alguém importante, que vá entrar na minha vida ou até mesmo ser a minha vida, um novo amigo ou uma paixão que prove que o "para sempre" existe. é incrível, sempre volto a falar no amor, sempre uma coisa muito presente no "meu mundo" e ao mesmo tempo tão distante da minha realidade. Imaginar uma vida futura sempre trás pensamentos assim, amigos velhos, novos ou que nunca tiveram a oportunidade de saírem da sua vida, tudo isso pode ser desvendado, criado e recriado com um simples olhar.
Sempre gostei de olhar os olhos das pessoas, e admito que reparo bastante nos cabelos também, -risos- observar acabou por se tornar automático, crio minhas histórias com meus personagens, em segundos tenho tudo pronto a roupa da pessoa que vi, o cabelo, esmalte, sapato, tênis, o que for... Tudo é detalhe e tudo pode ser mudado, assim como a vida, cada escolha que fazemos nos leva para um caminho diferente.





"A vida é um dos mistérios mais fáceis de ser desvendado basta fechar os olhos e imaginar"

-CamilaPierzckalski