Não vai ser sempre que você vai entender o que sente, na verdade isso é mais raro do que alguém que nunca comeu sua própria meleca do nariz (sim, estou admitindo que já comi a meleca do meu nariz, algo contra?). Tem coisas que são até meio impossíveis, mas tem outras que de tão simples parecem muito complicadas e também pensamos ser impossível. Felizmente ou não, a vida nos dá todas as chances de acertar e poucas vezes nos decepciona, a não ser claro quando damos sorte para o azar e não seguimos as pistas da vida e simplesmente fazemos o que dá na telha e isso acaba ferrando tudo (TUDO É POUCO).
Estou aqui caindo de sono, mas clamando por dar uma continuação a história da minha vida. Se pelo menos eu fosse um livro, aquele tipo de livro que conquista todos na casa e está sempre sendo lido mas nunca em si compreendido.
Eu não vou dizer que sou um livro totalmente aberto, mas de fechado ele não tem nada, prefiro deixar ele aberto, assim, as pessoas não terão com o que me atingir pois todos já sabem o que sou, o que vou me tornar e quem eu quero me tornar. Nem sempre é tão simples assim, mas eu tento parecer que seja, quando as pessoas pensam que sabem tudo de você não veem motivos pra te prejudicar pois está tudo ali, sem mascaras, sem introdução, apenas chegar e ler.
Sei que estão todos ansiosos pra saber a continuação da minha história, todos amam histórias de amor, e eu amo contar histórias, então acaba por ser um casamento perfeito, eu conto e vocês me escutam. Ouvi dizer que meus pensamentos são confusos, infelizmente, tenho de concordar, tudo que penso é aleatório, e cada pensamento tem um efeito diferente em mim e acho que merece ser escrito pra transparecer toda a sinceridade que estou pondo nestas palavras, estou deixando vocês me lerem e espero que compreendam isso.
Por incrível que sempre pareça pra mim escrever que estou feliz, nossa como estou feliz, ou pelo menos estou ganhando uma amostra grátis de felicidade da vida, e vou aceitá-la com afinco.
Vou tentar contar sem fugir muito do assunto de como passei os últimos dias e pra isso, claro, precisamos de um parágrafo novo!
Sábado, 7 de Fevereiro de 2015
Fomos na casa de uns amigos e depois junto com minha melhor amiga e meu (é tão bom dizer isso) NAMORADO, partimos para nossa próxima aventura, A Praça Piratinino de Almeida, passamos na padaria ali perto compramos umas porcarias e nos sentamos na grama para comer e conversar. A noite fomos a uma festa que tem aqui na cidade e só voltamos as 5 horas da manhã, dormimos os três abraçados na cama, foi um amor, não tenho o que reclamar dos meus amigos, sério, eles me apoiam e me protegem, não tem como negar que ando com sorte e que a vida anda conspirando ao meu favor.
Talvez vocês queiram um pouco mais de detalhes, já que estou um pouco sucinto hoje, mas sinceramente o que mais posso dar a vocês? Se me vissem agora encontrariam olhos brilhando e um coração transbordado de emoções indiscritivéis, tem tanta coisa passando na minha cabeça que mal consigo me concentrar nesta narrativa pela qual faço vocês passarem sem nem perguntar se vocês realmente a querem.
Para mim, neste momento, parece muito difícil escrever sobre a felicidade, as vezes parece que sei exatamente o que ela significa, outras ela está distante de mais para ser compreendida e ou alcançada. Eu queria poder dizer que ser amado basta, mas as tempestades interiores sempre voltam, e por mais beijado que eu seja e por mais amado que eu seja, acabo sempre voltando-me para dentro do olho do furacão. E aqui estou eu de novo, fugindo a narrativa de uma história de amor que deveria ser perfeita e que é, ou talvez fosse se não houvesse tanta coisa transbordando pelas beiradas.
Todos esses ventos e essa chuva que caem sobre meu interior são aplacadas por ele, mas o que adianta se são apenas por um momento? Estou tão feliz, mas como ser feliz por dentro? Como aplacar o que aflora sem controle todas as vezes que me encontro só? Como ser auto suficiente quando o que mais quero é afogar-me em um outro alguém?
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