segunda-feira, 30 de março de 2015

Wild Night

Estávamos todos juntos aquela noite, e que noite. Não que eu esperasse que algo assim fosse acontecer, realmente não esperava, mas quando "dei por mim" estava nu em cima dele, não sei o que me levou a ser o ativo naquela situação, mas aconteceu. Quando contei para minha melhor amiga cada detalhe, ela riu.
Não acredito que cedi as provocações deles, suas vozes ainda retumbam na minha mente:
-Você não come ninguém!
-Te como aqui e agora! E bem, foi mais ou menos o que aconteceu...
Tentando me lembrar daquela noite percebi o quão estranho nós éramos um pro outro, mas o quanto eu o desejei, nunca havia sido o ativo, mas talvez sabendo que ele era virgem, e estando excitado como eu estava não tenha pensado duas vezes.
Lembro-me de pegá-lo pelo braço e levá-lo para o quarto da minha amiga, eu o beijei e coloquei a mão dele no meu pênis, fiz ele se agachar e chupá-lo, depois o joguei na cama sem delicadeza alguma, arranquei suas calças e fizemos um 69, me ergui, prendi os braços dele com minhas pernas, me curvei sobre ele e fiz com que ele me chupasse de novo, ofegávamos.
Quando o puxei pelo cabelo e o deixei de quatro, não pensei em camisinha ou lubrificante, apenas coloquei meu pênis nele, e ele gritou. Nossos amigos bateram na porta do quarto e perguntaram se ele estava bem:
- Eu to bem, saião. Acho que ele estava gostando.
Tirei meu pênis e o virei pra mim beijando-o, o penetrei novamente. Eu o masturbava, ele arqueava as costas e dava leves gemidos que se confundiam com suspiros prolongados e a respiração ofegante de nós dois.
Ele gozou.
Via em seu rosto o prazer misturado com a dor, o alívio e até mesmo um obrigado velado. Não estava muito romântico aquele dia, fiz com que ele se ajoelhasse no chão enquanto eu me masturbava próximo ao rosto dele.
Eu gozei.

-Lucas? Lucas? Acorda.

Acordei aturdido, olhando em volta vi que estava ainda na casa da minha amiga, ela quem me acordava.

-Que foi?
-Você pegou no sono enquanto a gente conversava, não quer ir se deitar na minha cama?
-Na sua cama?
-É.
-Na sua cama não, obrigado.

Me levantei completamente ofegante do sofá onde eu pegara no sono, olhei para o Vini, não acredito que eu sonhara tudo aquilo. COM ELE.


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